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A vida urbana nos espaços públicos e áreas verdes pós-pandemia

A vida urbana nos espaços públicos e áreas verdes pós-pandemia
A vida urbana nos espaços públicos e áreas verdes pós-pandemia

No final de semana seguinte, entre os dias 20 e 22 de setembro, coincidindo com o Dia Mundial Sem Carro, o trânsito de veículos motorizados foi interrompido e o espaço se transformou em uma Rua Aberta, com shows, atividades culturais e espaço de convivência para os moradores da região. No mês seguinte, em outubro, alunos de 8 a 10 anos da escola Anne Frank participaram de uma oficina de montagem de placas de trânsito, escrevendo mensagens que passariam a compor a sinalização viária da região. Atualmente, segundo dados da ONU – Organização das Nações Unidas – mais da metade da população do planeta vive em áreas urbanas. Por isso, é preciso dar atenção especial a essas áreas, que frequentemente também concentram casos de pobreza extrema. Dessa forma, você se tornará um profissional especialista no assunto, sendo capaz de avaliar a situação das cidades, realizando o planejamento e execução de mudanças cruciais para garantir o desenvolvimento sustentável dos centros urbanos. A finalidade deste artigo é auxiliar o entendimento acerca da necessidade de adotar a revitalização urbana em áreas degradadas e abandonadas, levando em consideração sua contribuição para tornar as cidades locais de maior convívio e para promover o seu usufruto por parte da população.

Em geral, a concentração urbana permite ganhos de escala, ao contrário da dispersão rural ou das pequenas cidades. Ao longo da história, as praças tiveram diferentes funções e usos, levando em conta a cultura, seu objetivo e o clima onde estão inseridas. Desde as ágoras da Grécia Antiga, símbolos da cultura, política e vida social dos gregos, até as praças do período colonial brasileiro, amplos espaços vazios em frente às igrejas, muita coisa mudou.

Historicamente, a prática do skate tem sido associada diretamente à utilização de espaços públicos como ruas, praças e calçadas, caracterizando-se como uma atividade esportiva que se incorpora no cotidiano das cidades. Ainda que, por vezes, seja considerada uma prática marginal pelo conflito entre usos nos espaços públicos, o skate possibilita a ressignificação de locais subutilizados, como áreas próximas a viadutos ou sob eles, para a prática esportiva. Além disso, pistas de skate também têm sido incorporadas nos programas de centros e complexos esportivos, explorando possibilidades estéticas singulares associadas ao seu uso.

O que são as áreas de convivência?

Tornar as cidades seguras e sustentáveis significa assegurar o acesso a habitações seguras e a custo razoável e melhorar os assentamentos de favelas. Também envolve investimentos em transportes públicos, criação de espaços públicos verdes e melhoria do planejamento e gestão urbana de forma participativa e inclusiva. Das características, tipologias, conteúdos e origem das demandas e carências urbanas por espaços públicos de convivência. Estabelecida esta listagem, deve-se passar à sua análise multicritério, isto é, a ponderação de sua complexidade política, social, econômica, cultural, ambiental e outras que possam definir sua prioridade e o meio e processo de sua execução para produzir o seu melhor resultado. Os equipamentos existentes na Praça João Luis Ferreira estão medianamente conservados, estando alguns quebrados ou danificados, devido à ação de vândalos. A iluminação, que é essencial nesses espaços, está precária, com lâmpadas queimadas ou quebradas, restringindo a permanência dos usuários à noite.

Espaços de convivência em áreas urbanas

O que saúde e bem-estar tem a ver com a organização das cidades ?

As praças centrais são definidas pelas atividades e utilização diária dos usuários, por isso é importante que em qualquer intervenção feita nesses espaços os moradores e comerciantes da localidade sejam consultados. Assim, garantir-se-á maior sucesso do empreendimento e, consequentemente, ter-se-á a certeza de seu bom uso e funcionamento. Para qualquer proposta de espaço urbano, independentemente do viés da renda ou da infraestrutura, deve-se pensar em um contexto de bem-estar social, desenvolvimento sustentável e outros aspectos que possibilitem uma relação saudável com o espaço, potencializado pela presença de áreas abertas, verdes, seguras, inclusivas, sustentáveis e acessíveis. Enquanto em vários locais do mundo a população tem buscado ressignificar os espaços de morar, nas favelas essa é uma prática habitual e necessária, diante da precariedade das condições de vida.

Essa constatação está em consonância com as observações de Santos , ao relatar que as praças passaram a se constituir em um fragmento a mais dentro da malha urbana com o advento de formas alternativas de lazer e de novos locais para estabelecimento do comércio, associados ao descaso do poder público quanto à manutenção desses espaços. Destacamos o grande potencial ambiental dos parques lineares como um mecanismo direto para preservar áreas protegidas e biodiversidade próprias do ecossistema, assim como a presença de áreas verdes, que cumprem um papel estratégico nas iniciativas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. O plantio de árvores e conservação da vegetação dessas áreas de contribuição para a absorção de CO2, e além disso, a mitigação dos efeitos das enchentes, porque podem fortalecer a estrutura dos leitos fluviais. Este papel, em particular, faz com que os parques lineares sejam elementos estratégicos nas políticas climáticas nos espaços urbanos, e buscam complementaridade com outras políticas .

Crie espaços de circulação

É provável que você encontre algumas vielas estreitas, com menos de dez metros de largura, principalmente nas partes mais antigas da cidade. Além disso, investir em plantas ornamentais junto às árvores complementará seu paisagismo e ainda deixará o ambiente mais bonito, colorido e cheiroso. Sempre vale a pena checar a programação de eventos da cidade e descobrir que existem coisas maravilhosas acontecendo e muita gente do bem querendo mudar a perspectiva de que em meio a selva de pedra em que vivemos, existe sim lugar para compartilhar experiências e convivências. Outras importantes ações do programa são a construção do Museu de Arte do Rio e do Museu do Amanhã, ambos inaugurados em 2013 e 2015 respectivamente. Além delas, houve também a construção de um boulevard destinado exclusivamente para o uso de pedestres na Avenida Rodrigues Alves.

Esses são verbos que se encaixam perfeitamente à ideia das áreas de convivência, cada vez mais comuns em empresas, hotéis e pousadas, restaurantes e bares, shoppings, livrarias, bibliotecas, aeroportos, edifícios, casas e apartamentos. Nestes dois últimos, é aquele cantinho aconchegante para reunir os amigos e familiares e jogar conversa fora. Portanto, o layout deve ser pensado de forma que as pessoas interajam e conversem e projetos prontos não que fiquem isoladas e focadas no celular, por exemplo. No Brasil, esse fenômeno é particularmente mais grave nas grandes regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e São Paulo. Mas está difundido na maioria das suas cidades de porte grande e médio e até nas mais novas como Brasília – DF e sua periferia. A partir da 15h00, alguns vendedores informais começam deixar o local, e, no final da tarde, poucos se encontram na praça.