No primeiro caso, o motor apresentará rotação elevada, com fornecimento de potência de forma abrupta e irregular, podendo ainda apresentar falhas e falta de força. Assim, conforme sua posição, este sensor sabe o quanto de aceleração o motorista está exigindo do motor. Então descobrimos que o problema era realmente o sensor de rotação. Após a substituição do sensor de rotação o veículo não apresentou mais falhas, e a autonomia do veículo melhorou consideravelmente.
O carro dá sinais de que há algum problema e que é preciso levá-lo à oficina. “A manutenção no sistema de injeção eletrônica deve ser sempre preventiva. Cada montadora tem isso descrito no manual do carro, e é recomendável para ter economia com a manutenção do carro”, finaliza. Emissões de gases de escape fora do padrão durante a inspeção veicular podem ser um sinal de que a injeção eletrônica não está otimizando corretamente a combustão, resultando em emissões poluentes excessivas. Velas gastas ou cabos danificados têm impacto negativo direto na performance da bobina, podendo levar a falhas prematuras e até mesmo à queima do componente, por sobrecarga. Após a adequada conversão de tensão, a energia é transferida com alta voltagem diretamente para as velas de ignição.
O especialista lembra, porém, que sempre pode existir a possibilidade de um erro de leitura que faz com que a luz de injeção se acenda sem motivo. De qualquer forma, isso será avisado quando o mecânico fizer a leitura do sistema eletrônico do carro com um equipamento adequado. Segundo Erwin Franieck, diretor do Instituto SAE4Mobility, as falhas podem ser diversas. "Esse tipo de ruído costuma indicar folga entre componentes, seja devido a desgaste ou por desaperto", pontua o engenheiro da SAE Brasil. "Pode ter relação com o esticador da correia, devido a desgaste natural ou por estar desregulado. Há risco também de a própria correia ter sofrido desgaste excessivo".
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A bomba de combustível pode apresentar falhas próprias, tanto de origem elétrica quanto mecânica, ocasionada por desgaste excessivo ou prematuro. Desta forma, os cantos vivos dos eletrodos sofrem desgaste e ficam “arredondados”, o que ocasiona um aumento da folga entre eles. Então, começa a haver um aumento da tensão para a geração da centelha. Isso afeta a capacidade da bobina e o veículo passa a ter dificuldades na hora da partida. Nesta cadeia, então, a vela é fundamental para o perfeito funcionamento do propulsor, seja ele com injeção eletrônica ou com o velho carburador.
Bobina de ignição: Qual a função? Quando trocar?
Câmbio com engates duros e que arranham a cada mudança de marcha necessita da inspeção de um mecânico. Isso pode significar desgaste excessivo em diferentes componentes da embreagem, como cabo, platô e estrias do disco, o que pode resultar em um defeito mais sério. Se o carro começar a consumir mais combustível do que o habitual, isso pode indicar que a injeção eletrônica não está otimizando corretamente a mistura ar/combustível, resultando em uma eficiência menor. Os métodos mais eficazes para diagnosticar problemas na bobina de ignição abrangem desde avaliações visuais a testes mais complexos, que exigem o uso de equipamentos específicos. A função da bobina de ignição é converter a tensão elétrica proveniente da bateria em alta tensão.
Confira cinco sintomas que você não deve ignorar, apontados por Erwin Franieck, mentor de pesquisa, desenvolvimento e inovação da SAE Brasil. Uma terceira origem de entrada de ar falsa é a mangueira do hidrovácuo do servo freio. Trata-se de um dispositivo mecânico que reduz a força exigida no pedal de freio em seu acionamento.
Caso o motorista não troque o combustível, poderá acontecer falhas mais graves. Já teve aquela sensação de andar com o veículo e ele fazer um som meio sinistro e gutural? A gente costuma dizer que o carro ronca, ou seja, emite sinais de que é preciso ser levado à oficina mecânica para descobrir o motivo daquele barulho incomum. Sinal de que o carro deve ser levado para a oficina e que provavelmente a origem do problema esteja na qualidade do combustível usado.
Aí os cara não queriam fazer o desconto das peças novas que mandei tirar novamente porque as velhas eram boas ainda. E pode ter como causa a carbonização (ou efeito fuligem) das velas de ignição, geralmente ocasionadas por uma mistura ar-combustível muito rica. Porém, filtro de ar sujo, ponto de ignição atrasado, vela não compatível e até mesmo excesso de combustível podem provocar o acúmulo desse material, que afeta o funcionamento dos eletrodos e a intensidade da centelha.
“Ou, se perceber algo errado no uso do veículo, desligue no local seguro mais próximo e chame seu mecânico para passar o diagnóstico”. Se você observar qualquer um desses sinais, é recomendável realizar a troca das velas de ignição de acordo com as especificações do fabricante. Velas de ignição desgastadas podem levar a uma queima incompleta do combustível, resultando em um aumento no consumo de combustível. As velas de ignição são componentes cruciais do sistema de ignição de um veículo, desempenhando um papel fundamental no processo de combustão.
Carro não dá partida
“As velas de ignição são componentes de desgaste natural, o que significa que elas se desgastam com o uso do motor. As montadoras de veículos indicam em seus manuais o período de troca das velas de ignição. Entre os fatores, problemas na injeção eletrônica ou nas velas e cabos do sistema Caixa Separadora de água e óleo de ignição. Vazamentos de fluidos também podem ocasionar tais falhas no desempenho e até mesmo falhas em sensores, como o do acelerador eletrônico ou da posição da borboleta, podem ser os motivos. Por isso, é preciso passar o scanner automotivo e fazer o diagnóstico o quanto antes.