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Sete alimentos que têm mais proteína do que o frango

Sete alimentos que têm mais proteína do que o frango

Por isso, na hora de substituir a carne, consumir grãos de vários tipos ajuda a sustentar uma alimentação rica em proteínas. “Arroz e feijão, por exemplo, é uma ótima combinação proteica, mas também dá para variar o cardápio com lentilhas, ervilhas, milho e muitos outros”, enumera a nutróloga Tamara Mazaracki. Por isso, é fundamental buscar uma alimentação variada, combinando proteínas com carboidratos, gorduras saudáveis, fibras, vitaminas e minerais.

Cogumelo é excelente fonte de proteína e tem baixo valor calórico

O alimento vai bem em saladas, petiscos e ainda pode ser transformado em farinha para outras receitas. Apesar da fama como petisco, um simples punhado de 30 gramas de amendoim pode ter em torno de 8,25 g de proteínas. Rico em aminoácidos como leucina, triptofano, fenilalanina e lisina, o alimento também ajuda a reduzir o colesterol ruim.

No entanto, é importante saber quais são as carnes que têm mais proteínas e adaptá-las a uma rotina alimentar. As frutas levam essa classificação porque possuem ovário e sementes, como tomate, pepino ou abacate. Mas este não é o caso dos cogumelos, que não fazem parte de nenhuma destas classificações, uma vez que os fungos não contêm sementes, esporos ou flores. Embora possam ser consumidos, também não fazem parte de uma planta, portanto não podem ser classificados como vegetais. Os cogumelos não são vegetais, pois pertencem ao reino Fungi, o reino dos fungos.

Na Inglaterra, por exemplo, Paul McCartney e sua filha promovem a ideia da Segunda-Feira Sem Carne (Meatless Monday, em inglês), que propõe deixar as carnes de lado pelo menos no primeiro dia útil da semana. “A intenção principal é alertar sobre os malefícios que os excessos da carne vermelha traz ao corpo, ao meio ambiente e à economia, já que é também um ingrediente caro”, explica a nutricionista Aline Martins. Não importa o tipo do broto; todos são repletos de vitaminas do complexo B, importante para metabolizar carboidratos e gorduras, fortalecer o sistema nervoso e ajudar na produção de sangue. “A clorofila presente nos brotos também é ótima, porque é cheia de magnésio e tem ação antioxidante que ajuda a desintoxicar o organismo”, reforça a nutróloga Tamara. O Ministério da Saúde recomenda o consumo de cerca de 100 gramas de carne por dia. A quantidade é pequena, considerando o hábito dos brasileiros, que costumam ser fãs do alimento.

Veja quais são as 11 carnes mais ricas em proteína

Além disso, ela é composta psilocybe cubensis 10g por aminoácidos que estão presentes em todos os seres vivos, mas também apresenta funções variadas em nosso corpo. A soja é uma excelente fonte de proteína vegetal, que pode ser consumida de várias maneiras. A falta de proteína na dieta pode levar a diversos problemas de saúde, como a perda de massa muscular, fraqueza, fadiga, queda de cabelo, unhas quebradiças, entre outros. A deficiência de proteína também pode comprometer o sistema imunológico, deixando o corpo mais vulnerável a infecções. A proteína é um nutriente fundamental para a saúde do nosso corpo.

Os tipos de cogumelos comestíveis mais disponíveis no mercado são o shiitake e o shimeji, popularizados pela culinária japonesa, principalmente; o agaricus blazei, o funghi secchi e o champignon. De acordo com Lara, não existe uma única resposta para qual carne é a melhor. “O ideal é equilibrar o consumo de carnes e combinar com alimentos de origem vegetal, como feijão, grão-de-bico e vegetais”.

O que tem mais proteína, carne ou cogumelo?

E embora as proteínas vegetais não sejam tão completas quanto as animais e tenham menor biodisponibilidade, elas também são importantes na dieta. “A qualidade de um alimento fonte de proteína pode ser determinada pela quantidade de proteína por 100 g, pela presença de aminoácidos essenciais e pela digestibilidade. As proteínas vegetais — presentes em cereais, leguminosas e oleaginosas — costumam ter qualidade inferior às proteínas animais, devido à menor quantidade e proporção de aminoácidos. Mas a soja é considerada uma proteína completa (contém todos os aminoácidos essenciais, embora com menor quantidade de metionina — o que também precisa ser considerado) e tem boa digestibilidade.

Em estudos publicados no exterior, o risco maior de intoxicação por fungos ocorre ao consumir cogumelos silvestres e sem identificação. O ômega 3 tem efeito anti-inflamatório e melhora a circulação, explica a especialista. Conte com a ajuda de profissionais especializados e receba a atenção que a sua saúde merece. Escorrer a massa e transferir para a panela com os cogumelos., misturando delicadamente. Colocar a água para ferver, adicionar sal e cozinhar o espaguete pelo tempo indicado na embalagem. Quando a manteiga começar a derreter, refogar os cogumelos, mexendo de vez em quando os cogumelos para dourar.

Grão-de-Bico

Não devemos deixar faltá-la no corpo, mas há de se evitar exageros, como tenho visto em dietas onde a proteína é o componente principal. Quando eu passo em um plano alimentar para um paciente, a opção cogumelo é livre, assim como cenoura, brócolis… O cogumelo também tem fibra, enquanto o frango não tem, porque nada de origem animal tem fibra. Por exemplo, 100g de tofu branco têm 7,5g de proteína, 1,75g de carboidrato e 4,75g de gordura.

É mais comum encontrar o shitake na sua forma desidratada, sendo necessário adicionar água quente na preparação para que ele volte a se hidratar e ficar macio. O portobello é o cogumelo champignon mais maduro, tendo normalmente uma cor mais escura e um tamanho maior. Esse tipo de cogumelo tem um sabor suave, podendo ser usado grelhado, assado ou ensopado em pratos como risotto, massas e ramen, por exemplo. Esse cogumelo pode ser encontrado em mercados ou farmácias, podendo ser consumido na alimentação ou na forma de chás, cápsulas ou tinturas. O cogumelo juba de leão é um fungo muito usado na medicina tradicional asiática devido aos seus benefícios, como prevenir o Alzheimer, combater a depressão ou auxiliar no tratamento da diabetes. Isso acontece porque a proteína é um nutriente essencial para a contração e a formação dos músculos.

É claro que existem casos de alergia alimentar, porém, sabe-se que os cogumelos como o Paris, o portobello, o shitake e o shimeji podem ser consumidos sem riscos para a maioria da população. Pesquisas realizadas nas últimas décadas, dão conta que pelo menos 30 variedades de cogumelos possuem propriedades medicinais. Estudos recentes apontam que a concentração de proteínas da taioba é similar a do espinafre comum, mas pode ser até maior do que a da variedade mais consumida no Brasil.

Dessa forma, o cogumelo pode evitar a formação de células tumorais e ajudar a diminuir o risco de câncer. Pesquisadores da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), estudaram o valor nutricional de dezessete espécies de cogumelos ao longo de dois anos. O fungo (desprovido de raiz e de clorofila), tem importante ação antioxidante, que previne o envelhecimento das células. Mas o importante é fazer substituições inteligentes, que se adaptem ao estilo de vida e às preferências de cada um.